| — | Rita Lee. |
| — | Antoine de Saint-Exupéry. |
“Nas ondas da praia, nas ondas do mar; quero ser feliz, quero me afogar. Nas ondas da praia, quem vem me beijar? Quero a estrela-d’alva, rainha do mar. Quero ser feliz nas ondas do mar. Quero esquecer tudo. Quero descansar.”
Manuel Bandeira.
| — | Antoine de Saint-Exupéry. |
| — | Paulo Coelho. |
| — | Markus Zusak. |
| — | Florbela Espanca. |
“Cada relacionamento entre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma maneira. Simplesmente é impossível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ela ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você. E quanto mais se conhecem, mais ricas se tornam as cores desse relacionamento.”
William P. Young.
| — | Federico Moccia. |
“Será que eu já não sou mais o mesmo que pairava sem rumo na plenitude dos sentimentos, que a cada passo se deparava com um paraíso, abraçando o mundo inteiro com o coração cheio de amor? E agora este coração está morto, dele não brota mais nenhum encanto, os meus olhos estão secos, e os meus sentidos inquietos, sem a compensação das lágrimas renovadoras.”
Johann Wolfgang von Goethe.
”[…] É o fim do nosso momento, o início de uma lembrança que, para mim, durará por toda a eternidade. Em nós dois havia um tanto de realizado e um tanto de inacabado quando estávamos juntos.
[…]
Onde você não existe, eu não existo mais. Nossas mãos juntas inventariam uma mão de dez dedos; a sua, ao se apoiar em mim, tornar-se-ia minha, e isso é tão certo que, quando seus olhos se fechassem, eu dormiria também. Não fique triste, ninguém poderá roubar as nossas lembranças.
[…]
Então, ouça: onde quer que eu esteja, ouvirei suas gargalhadas, verei seu sorriso nos seus olhos, ouvirei lampejos da sua voz. Saber simplesmente que você está em algum lugar desta Terra, será, no meu inferno, o meu cantinho do paraíso.”
Marc Levy.
“Olhando a foto, foi quando eu descobri que tua ausência ainda doía e o tempo que passou não me serviu como remédio. E a minha paciência foi inútil e todo desapego incompetente. Eu me desvencilhei de livros, cartas e bilhetes, e me desmemoriei por algum tempo – quis tanto ter você, depois silêncio – mas nessa tarde estranha em que ensaio versos, só vem tua falta à tona… E eu desamarro um pranto que eu sei tão antigo – desculpa essas palavras com cara de choro – ainda há reticências.”
Marla de Queiroz.
| — | Federico Moccia. |
| — | Marla de Queiroz. |